Por Nayara Santos em 16.11.2023

Qual a diferença entre Sound Branding e Music Branding?

Por Nayara Santos em 16.11.2023

Você provavelmente já ouviu falar em Sound Branding e Music Branding, não é mesmo? Mas será que você entende a diferença entre eles e como podem ser aplicados no seu negócio? Ou ainda, conhece a importância que ter um sound branding e um music branding pode fazer para a sua empresa?

Se você respondeu não para alguma dessas perguntas, chegou o momento de mudar essa realidade e começar a entender mais sobre essas duas importantes ferramentas de marketing sensorial. Afinal, elas podem ser poderosas aliadas da sua marca e ajudar a sua empresa a crescer.

Por isso, aqui você não apenas vai aprender a diferença entre eles, mas também conhecer as principais vantagens e como implementá-los na sua loja. Não perca essa oportunidade Boa leitura!

O que Sound Branding e Music Branding têm em comum?

Tudo bem que você quer saber qual é a diferença entre sound branding e music branding. Entretanto, vamos começar falando quais são as características em comum entre essas duas estratégias.

A primeira semelhança entre eles é que ambos fazem parte do marketing sensorial. Esse ramo do marketing tem como proposta estimular os sentidos dos consumidores, promovendo uma maior conexão entre marca e cliente, ajudando a integrar outras estratégias de marketing e a oferecer um ambiente de compras único e agradável.

Para saber mais sobre o marketing sensorial, confira o nosso e-book completo sobre o assunto

Como você já deve ter percebido, tanto o sound branding quanto o music branding estão ligados ao estímulo da audição. Ou seja, tudo o que mencionamos anteriormente que o marketing sensorial pode fazer é intermediado pela música. Vamos agora conferir quais são as diferenças entre eles.

Afinal, qual é a diferença entre sound branding e music branding?

Apesar dessas duas ferramentas serem bem próximas e terem basicamente as mesmas funções emocionais e perceptivas, elas possuem uma diferença básica: o tempo para transmitir a informação desejada. Confira a seguir como cada um desses elementos pode ser trabalhado na sua empresa.

O Sound Branding

De modo geral, quando o varejista opta pelo sound branding, ele tem um tempo relativamente curto para transmitir a ideia ou a sensação desejada. Geralmente esse tempo se resume a poucos segundos. 

O sound branding é utilizado para representar a marca. Sabe aquele “Plim Plim” da Globo? Ou o “Tudum” do Netflix? Esses são apenas dois exemplos de sound branding, ou seja, quando alguém escuta eles já sabe do que se trata. 

Portanto, a pessoa nem precisa ver o logo ou ler nada que ela já identifica a marca. Neste caso, podemos dizer que esse é o logo sonoro dessas marcas. Mas, essa não é a única forma que o sound branding pode ser utilizado. 

Ele também pode ser empregado em campanhas específicas, seja de um produto ou da promoção da sua marca. Neste caso, podemos destacar a construção de jingles para campanhas. Essa é uma poderosa ferramenta do marketing, já que pode fazer com que os consumidores se lembrem da sua marca mesmo depois de muitos anos. 

Não acredita? Basta tentar resgatar na sua memória algum jingle de refrigerante, ou uma música que foi composta especialmente para um produto e uma campanha. Provavelmente você deve ter se lembrado de alguns deles. 


Um exemplo clássico no Brasil é, por exemplo, a música lançada para fazer propaganda do Danete, uma sobremesa láctea da Danone, em 2003, quando o garoto propaganda era o Gustavo Borges: 

Danete, Danone. Pronto para comer. Gostoso, cremoso. A qualquer hora e lugar.

Neste caso é o sound branding que atua como referência, captando dados e os transformando em informação sonora de curta duração trazendo uma maior eficiência na hora de fazer com que o cliente se lembre da sua marca.

O Music Branding

Vamos agora falar sobre o music branding, e ao contrário do que acontece com a estratégia anterior, ele permite que você tenha mais tempo para transmitir a mensagem desejada. Além disso, também é feito para dar uma identidade musical para a sua marca, portanto, é algo que tem uma duração maior do que uma única campanha.

Podemos dizer que music branding consiste no estudo de músicas disponíveis no mercado para transmitir uma determinada sensação. De maneira simplificada, o music branding consiste em uma programação musical desenvolvida para um determinado ponto de venda.

Sua função é despertar as sensações e emoções do público-alvo durante sua permanência na loja e ao mesmo tempo reforçar o conceito que a marca quer transmitir. Por exemplo, todos nós temos experiências parecidas quando entramos em determinada loja onde a música é mais sofisticada e desconhecida. 

Neste caso, você pode encarar esse estabelecimento como uma nova descoberta, algo a ser explorado e que nos torna mais predispostos a consumir. Também existe o caso daquele restaurante onde a música é tão agradável que nos relaxa e queremos passar mais tempo lá.

Essas sensações que a música desperta nos consumidores, ajuda a criar memórias positivas relacionadas a ele. Ou seja, você vai acabar associando aquele estabelecimento com bons momentos e vai se lembrar dele com carinho, tendo vontade de voltar. Isso sem falar que você provavelmente irá recomendá-lo para conhecidos.

Existem diversas marcas que aplicam o music branding em seus estabelecimentos e conseguiram excelentes resultados. Confira aqui esses cases de sucesso e descubra o que a Levi ‘s, o Terraço Itália, a Bio Ritmo, dentre outras fizeram para conquistar os seus clientes.

Identifique a diferença utilizando a nomenclatura

Agora que você já conhece a diferença entre sound branding e music branding, vamos te ajudar a se lembrar o que cada um deles significa. Uma forma que facilita o entendimento da diferença entre essas ferramentas é através dos seus nomes.

Sound Branding, traduzido do inglês significa o som da marca, enquanto Music Branding é a música da marca. Desta forma, Sound Branding é o som desenvolvido e composto para determinada marca ou campanha. Enquanto que o  Music Branding é a utilização de músicas para criação de uma programação musical a fim de elevar a experiência dos clientes no ponto de venda, é uma estratégia de customer experience

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Preparando a sua estratégia

Entender a diferença entre sound branding e music branding é apenas o primeiro passo para conquistar os seus clientes de vez. Afinal, toda marca busca uma boa visibilidade, ser lembrada pelo consumidor, encantar e fidelizar os clientes. Por isso, é preciso entender qual dessas estratégias pode ser utilizada para alcançar cada objetivo.

Já falamos um pouco sobre as indicações de utilização tanto do sound quanto do music branding. Agora, falaremos um pouco sobre como o planejamento para a implementação de cada uma delas deve ser feito. 

Preparando o sound branding da sua campanha

O sound branding é uma ferramenta de comunicação rápida da marca com o cliente. Ou seja, você tem pouco tempo para convencer o consumidor de que a sua marca e/ou o produto anunciado são o que ele busca.

O ideal é que o jingle seja criativo, tenha uma melodia agradável e seja fácil de lembrar. Desta forma, quando o cliente escutar ele vai se lembrar do produto e da sua marca. Voltemos ao exercício proposto anteriormente de lembrar de jingles de propagandas da sua infância. 

Eles são verdadeiros “chicletes” que grudam na memória e ficam armazenados por décadas. Inclusive, trazendo à tona determinadas épocas da sua vida, e criando até uma certa nostalgia e vontade de consumo. Entendeu porque o sound branding é tão importante e pode continuar representando a sua marca mesmo depois de muito tempo?

Tanto para o produto como para a sua marca, você pode destacar as características que serão exaltadas, ou então mostrar um posicionamento, ou valores da marca. Assim, você deixa claro qual é a mensagem a ser transmitida para o cliente. Aqui vale a pena lembrar que o sound branding pode ser aplicado em qualquer momento, desde que haja a intenção de promover um produto específico ou marca. 

Preparando o music branding da sua marca

Já a preparação do music branding exige um pouco mais de trabalho e uma análise mais detalhada da sua empresa e dos seus clientes. Lembre-se que no music branding a intenção é escolher determinadas músicas que possam representar a sua marca.

Neste caso, a primeira coisa a ser feita é analisar o perfil dos consumidores que frequentam a sua loja e entender qual é o estilo musical e os artistas que eles gostam de ouvir. Afinal, a intenção aqui é tornar o ambiente de compras agradável para o cliente, portanto, você precisa saber do que ele gosta.

Em seguida, é preciso analisar essas preferências do cliente e entender quais delas combinam com a sua marca. Para isso, você precisa ter uma ideia bastante clara de qual é a personalidade da sua marca, quais os valores, qual a voz, e qual a mensagem que você quer transmitir.

Depois de cruzar essas informações, ficará mais fácil criar a playlist ideal para a sua empresa. Mas, assim como em qualquer outra estratégia, é preciso ficar atento para não cometer alguns erros. Falaremos sobre eles a seguir.

Erros de music branding a serem evitados

Quando falamos em music branding você provavelmente vai se lembrar de diferentes lojas em que entrou e havia música ambiente tocando. Provavelmente em algumas delas você se sentiu bem, enquanto que outras fizeram com que você deixasse a loja rapidamente sem comprar nada.

Para você ter uma ideia, quando a música é boa, cerca de 35% dos clientes tendem a passar mais tempo no estabelecimento. Por outro lado, quando a música desagrada, 44% dos clientes vão embora sem comprar. Por isso você deve ficar atento à que tipo de música vêm sendo reproduzida na sua loja. 

Muitos varejistas acham que ter música na loja é algo simples e que pode ser feito utilizando rádios convencionais, escolhendo as músicas sozinho, ou mesmo pedindo para algum funcionário fazer isso. E aí está um dos maiores erros dessa estratégia.

As rádios convencionais não vão reproduzir as músicas que combinam com a sua marca ou com o seu cliente. Sem falar que ainda há o risco de ter alguma propaganda do concorrente ao longo da programação.

Quando você ou algum funcionário escolhe a playlist para o estabelecimento, há um risco bastante grande de que o foco da playlist seja o gosto pessoal de quem a preparou. Ou seja, também pode divergir do que os seus clientes querem e esperam ouvir na sua loja, ou transmitindo uma mensagem diferente daquela que a sua marca precisava transmitir.

Ganhe tempo, conte com a ajuda de especialistas em music branding

Preparar o sound branding e o music branding para a sua empresa não é algo que você precise fazer sozinho. Muito pelo contrário, existem empresas especialistas nestas ferramentas de marketing que podem te ajudar.

Entretanto, para que você consiga aproveitar ao máximo e realmente ter algo que represente a sua marca e que te ajudará a se conectar com os consumidores é preciso saber quem são os seus clientes e quais características da sua marca você quer destacar. Isso tornará a estratégia muito mais certeira e as chances de conseguir bons leads aumentará consideravelmente.

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